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21/09 - Dia de Luta das Pessoas com Deficiência

  • Tonne de Andrade
  • 19 de set. de 2015
  • 2 min de leitura

“O convívio com pessoas diferentes nos torna mais compreensivos e nos permite julgar melhor o comportamento dos que não são iguais a nós” - Dorina Nowill

"O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência foi instituído pelo movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com todas as entidades nacionais. O dia 21 de setembro foi escolhido pela proximidade com a primavera e o dia da árvore numa representação do nascimento das reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições. A data foi oficializada através da Lei Federal nº 11.133, de 14 de julho de 2005." [fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/ ]

Estou lendo a autobiografia de Dorina Nowill e sua história tem sido uma fonte de inspiração cotidiana, ela foi uma professora cega que lutou pela educação dos deficientes visuais. Por isso vou dedicar este post a ela, compartilhando alguns trechos de sua autobiografia: '... e eu venci assim mesmo'.

“Todos têm o direito de ser diferentes e o dever de estar juntos”

“Não existe educação especial para o deficiente. Toda educação é especial e única.”

“Atender pessoas deficientes não é questão de boa vontade ou de generosidade. É, antes, um trabalho técnico e científico que precisa ser realizado com critério, porque lidar com vidas humanas é uma responsabilidade muito grande.”

“Temos que lembrar que a inclusão não se faz por decreto. É um processo e como tal leva tempo. Implica em mudanças estruturais na cultura, na construção de uma nova postura pessoal e pedagógica, na vida de relação e na sociedade.”

“Nós, seres humanos, só somos iguais na imensa diversidade que representamos. Nossa variedade certamente está nas diferenças individuais, nesta maravilha que Deus criou na natureza humana. Absoluta diversificação que ninguém conseguiu ou consegue igualar.”

P.S.: ainda que certamente eu tenha uma noção diferente da questão deus (já que Dona Dorina era uma católica fervorosa e eu sou umbandista), acho essa frase muito bonita.

“Não trabalhei apenas para reivindicar o direito das pessoas cegas, mas os direitos do homem. Para obter em nosso país condições para que todo brasileiro possa usufruir o direito da cidadania, que lhe é inerente desde o nascimento. Não importa sua condição social, econômica, sua capacidade mental ou sua perfeição anatômica.”

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